Receitam-se medicamentos a torto e a direito, sem se olhar a consequências. Acredito que a maior parte dos médicos confia nos estudos dos laboratórios farmacêuticos que não incluem nada que ponha seriamente em causa os proveitos da indústria farmacêutica.
O problema de adição a compostos químicos legais, receitados pelos médicos é um problema muito maior do que se julga.
As coisas passam-se mais ou menos assim: se o paciente apresenta problemas de ansiedade, receita-se um ansiolítico. Se depois de o deixar de tomar apresentar dores musculares, exactamente por ter deixado de tomá-lo, receita-se um relaxante muscular. Se passar a sofrer de insónias, também por o ter deixado, receita-se um hipnótico. E assim continua a história.
Há remédios naturais para a maior parte das doenças. Quando tais remédios apresentam resultados realmente bons, são proibidos. Por exemplo, há uma planta que no tratamento de dependências, incluindo a nicotina e opiáceos, apresenta uma taxa de sucesso de 90%, sem efeitos secundários. A maior parte dos países ocidentais já a proibiu. No entanto, a indústria farmacêutica apoiou durante anos a sua investigação. Interrompeu-a quando percebeu que poderia realmente fazer concorrência e/ou por ter sintetizado quimicamente os seus compostos químicos.
A saúde nunca deveria ser um negócio. Ainda menos um dos negócios mais lucrativos que existem.
O problema de adição a compostos químicos legais, receitados pelos médicos é um problema muito maior do que se julga.
As coisas passam-se mais ou menos assim: se o paciente apresenta problemas de ansiedade, receita-se um ansiolítico. Se depois de o deixar de tomar apresentar dores musculares, exactamente por ter deixado de tomá-lo, receita-se um relaxante muscular. Se passar a sofrer de insónias, também por o ter deixado, receita-se um hipnótico. E assim continua a história.
Há remédios naturais para a maior parte das doenças. Quando tais remédios apresentam resultados realmente bons, são proibidos. Por exemplo, há uma planta que no tratamento de dependências, incluindo a nicotina e opiáceos, apresenta uma taxa de sucesso de 90%, sem efeitos secundários. A maior parte dos países ocidentais já a proibiu. No entanto, a indústria farmacêutica apoiou durante anos a sua investigação. Interrompeu-a quando percebeu que poderia realmente fazer concorrência e/ou por ter sintetizado quimicamente os seus compostos químicos.
A saúde nunca deveria ser um negócio. Ainda menos um dos negócios mais lucrativos que existem.
3 comentários:
A que planta se refere para o tratamento de dependências?
Iboga. Creio que em Portugal ainda é permitida mas, que saiba, não há tratamentos com esta planta no nosso país. Geralmente é usada por terapeutas em doses adequadas a cada caso e complementarmente com psicoterapia.
mas é meu amigo, mas é. Um negócio cada dia mais lucrativo à custa da saúde e dos incautos que acreditam nesta medicina e médicos. Temos melhor exemplo do que a recente campanha da gripe A?
beijinhos
tb
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