Culpar a sociedade pelos nossos problemas é fácil. Perceber que fazemos parte e somos activos nessa sociedade, quer queiramos ou não, é mais difícil, mas mais recompensador.
Às vezes é preciso dar forma às negatividades para expulsá-las. Mas que seja de forma catártica, disponível para quem dela também precise, mas sem precisar de impingir seja o que for.
Encarar as contrariedades como desafios, mesmo que nos pareçam impossíveis é adicionar novas capacidades a nós próprios. Também uma oportunidade para sermos um pouco menos egoístas.
Afastarmo-nos de pessoas negativas pode ser doloroso, por causa do hábito, mas necessário. Quando chegar o ponto de ser imune a isso, que chegue.
Aprecio os pequenos gestos de pessoas com problemas tão grandes ou maiores que os meus, capazes de oferecerem o que ainda têm para dar, dar mesmo, aos outros.
Às vezes esqueço-me das pessoas e vou lá para o bosque interior. Tento trazer notícias de lá, mas nem sempre sei se o consigo. Mas não desisto de tentar.
Às vezes é preciso dar forma às negatividades para expulsá-las. Mas que seja de forma catártica, disponível para quem dela também precise, mas sem precisar de impingir seja o que for.
Encarar as contrariedades como desafios, mesmo que nos pareçam impossíveis é adicionar novas capacidades a nós próprios. Também uma oportunidade para sermos um pouco menos egoístas.
Afastarmo-nos de pessoas negativas pode ser doloroso, por causa do hábito, mas necessário. Quando chegar o ponto de ser imune a isso, que chegue.
Aprecio os pequenos gestos de pessoas com problemas tão grandes ou maiores que os meus, capazes de oferecerem o que ainda têm para dar, dar mesmo, aos outros.
Às vezes esqueço-me das pessoas e vou lá para o bosque interior. Tento trazer notícias de lá, mas nem sempre sei se o consigo. Mas não desisto de tentar.
2 comentários:
Também é importante encontrarmo-nos a sós connosco. Ajuda-nos a entender melhor quem somos e os que nos rodeiam. :)
beijinhos
É aquela coisa: a luz percebe-se em comparação com a escuridão e vice-versa.
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